* Depois de estrear na terceira etapa da Copa Clássicos de Competição subindo ao pódio com um terceiro lugar, o piloto Ivo Zangirolami Junior, de Olímpia, volta
a correr neste domingo (23), novamente em Interlagos.
Conduzindo um Passat 74 na competição estadual que reúne carros antigos de várias marcas, Zangirolami, da GP Campos/Todo Sports, testará as alterações feitas no veículo especialmente para esta corrida.
Continue lendo e assista a um vídeo mostrando minuto final do duelo entre Ivo Zangirolami Jr (Passat vermelho 74) e Eduardo Magnusson (Alfa Romeo verde 76) na última volta da terceira etapa da Copa Clássicos de Competição, dia 2/5/2010, em Interlagos. Ivo foi ao pódio, em terceiro lugar.
“Mexemos na altura do carro, mais precisamente na parte dianteira. Aliviamos o volante, com isso o carro também perdeu um pouco de peso. O freio agora está bem melhor, colocamos o do A4 com discos ventilados. Assim, vou poder frear mais dentro da curva”, diz Ivo, acrescentando: “Com o carro mais baixo, vai dar um pouco mais de estabilidade, e eu vou poder acelerar o quanto antes na saída de curva”. O cambio agora é do GTi, o que possibilitará as mudanças de marchas mais precisas. “Tivemos problemas com a terceira marcha na última corrida”, lembrou.
A batalha de Ivo prossegue também fora das pistas, para aprimorar o condicionamento físico.
“Continuo com as caminhadas diárias, aumentei o tempo, mas ainda não estou correndo (a pé), pois não quero ter nenhum tipo de lesão”, explica. Ele caminha cerca de 75 minutos pela manhã e 60 minutos à tarde, além de fazer 30 minutos diários de natação.
“Essa semana começo com bicicleta ergométrica, 15 minutos, aumentando 5 minutos a cada dois dias”, disse o olimpiense da Todo Sports, que está fazendo uma alimentação à base de peixes, arroz integral e muita hortaliça. “Aí consigo perder peso, não muito rápido, mas aos poucos, o que é recomendado”.
No domingo, 2 de maio, ele foi terceiro em Interlagos, só atrás do paulistano Eduardo Magnusson (Alfa Romeo 76) e do vencedor, o coreano Hin Lung, representando Manaus, com um Corcel ano 74. “Não fosse o problema da marcha, eu poderia ter terminado em segundo”, relembrou Ivo. O “pega” na última volta, entre ele e Magnusson, foi um dos principais destaques daquela etapa.
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